Megera Domada

O clássico de Shakespeare é encenado com apenas dois atores: Agnes Zuliani e Rogério Britto, que se multiplicam pelos vários papéis. O que a peça mais misógina do cânone tem a dizer para a platéia paulista atual?




EU CÃO EU

O espetáculo relata um dia qualquer do cotidiano de um homem, até então, comum, que está insatisfeito com sua vida e passa admirar um vira-lata e sua liberdade de andar tranquilamente pelas ruas da cidade. Seu instinto é seguir o faro do cão para descobrir becos e esquinas por onde ele passa, refletindo a complexa semelhança entre o cão e sua própria identidade. Passando por várias situações e personagens do centro da cidade, o homem anônimo se depara com as dúvidas sobre sua existência e o fazem sentir preso ao cão como um vício incurável.




GRAMOPHONE 2000

O Show da Palhaça Rubra é um espetáculo de variedades Musicais 100% interativo, para toda família. São canções cômicas e poética, alegrando e emocionando o público com diversos momentos de interação, onde o público canta e dança junto com a Palhaça Rubra. Em outros momentos, a Palhaça Rubra faz improvisos musicais junto com a plateia.




CÁRCERE

O espetáculo apresenta uma semana na vida de um pianista que, estando no cárcere (privado da liberdade e de seu piano), será? refém numa rebelião iminente. Ele vive em ritmo de contagem regressiva e suas expectativas, impressões, lembranças, reflexões e sensações são expressadas por ele num diário que inicia numa segunda-feira e termina quando estoura a rebelião, um domingo.




RILKE

Em um mundo dominado por ruídos, um homem busca o silêncio, essencial para conversar com deuses e anjos. A peça aborda o universo de um escritor que tenta produzir alguma obra artística, mas há cerca de um ano só consegue escrever cartas. O universo epistolar é um contraponto ao mundo das redes sociais.




SOLO DE DOIS

Inspirado por propostas do público o ator improvisador Allan Benatti, constrói histórias acompanhado pelo músico improvisador Daniel Tauszig, ou a partir de propostas recebidas do público Daniel Tauszig improvisa músicas com acompanhamento cênico de Allan Benatti. Neste espetáculo as duas linguagens se fundem de tal maneira que se torna impossível identificar quem está acompanhando quem.




ALICE, RETRATO DE MULHER QUE COZINHA AO FUNDO

Monólogo inspirado na figura de Alice B. Toklas, companheira da escritora Gertrude Stein. Com uma dramaturgia fragmentada e dissonante, tal qual a literatura de Gertrude Stein, a peça lança um olhar em perspectiva para a Paris do início do século 20.




Erótica

Erótica aborda de uma maneira cômica e crítica, o universo do erotismo. Em 70 minutos de espetáculo sexo e erotismo são pano de fundo para as divertidas esquetes, criadas e dirigidas por Marco Fentanes.




Show - Bolero Freak

"Quando a maré encher eu vou te convidar para o show da Bolero, que não é onda: é todo o mar". Premiada no "1° Concurso de Música de Rua do Pátio Metrô São Bento - Toca Aí" a Bolero Freak apresenta suas inéditas canções autorais, num espetáculo envolvente, que explora a multiplicidade artística. Música, teatro, circo e poesia se entrelaçam e pulsam num ritmo alegre, debochado, político e visceral. A Bolero Freak se comunica através da Música Brasileira, mas não se atém a apenas um sotaque. Há um pouco do sarcasmo suingado de Caetano e Gil, da elegância nada sutil de Gal e Bethânia, da psicodelia performática dos Mutantes e Secos & Molhados, da "batida sarrada" do Axé e do Funk de Daniela Mercury e Anitta, e da estranheza provocativa por trás do nome da banda. Acima de tudo, há um compromisso com o fazer artístico espontâneo, anárquico e livre de preconceitos. A letra dá a dica, mas não entrega o jogo: "Eu falo por nós, que somos contrários à onda do maremoto opressor". O importante pra nós é que você nos (re)signifique. Por isso, deixamos uma pergunta em aberto: o que é Bolero Freak?




Show - Juliana Caldas e Tchello Palma

Show especial de Juliana Caldas e Tchello Palma




Show - Manacá e Anhangabahy

Manacá me viu pequena surgiu em um porão, do encontro de 4 musicistas que entre improvisos e risadas descobriram uma sintonia ímpar e a possibilidade latente de expandir. Letras e vozes são uma das facetas de Ananda Maranhão e Malu Magri que transporta o público para uma lacuna entre o universo real e o fantasioso. Acompanhadas da percussão singular de Lana Lopes, integrante da Obinrin Trio, e das cordas marcantes de Rebeca Canhestro, a apresentação aponta novas rotas lúdicas, pessoais e coletivas, e a incessante procura por sinceridade. O Anhangabahy é encabeçado por Hévelin Gonçalves, Rui Condeixa Xavier e Wady Issa Fernandes, artistas de práticas múltiplas, no teatro na literatura e na música, que se uniram para dar voz às canções de Condeixa. O universo musical das composições bebe da variedade da música popular brasileira, com forte presença do samba, passando pela canção carnavalesca, o bolero e mesmo o rock, numa relação de releitura e trânsito livre pelas nossas tradições musicais. O nome do grupo faz referência ao rio que costumava cortar o vale do Anhangabaú, e algumas das suas canções se referem ao passado e à natureza escondida na cidade. As canções do Anhangabahy falam da loucura do tempo presente, da vida na metrópole, do amor nos tempos modernos, da história e da situação política. É um trabalho marcadamente apoiado na força da palavra cantada, no trabalho poético das letras, e na mensagem, que pode vir na forma de reflexão, de piada ou protesto. A banda acaba de lançar seu primeiro disco: "Sonhar é a Solução - ao vivo"




o Atormentador

“O Atormentador” não é uma peça de personagens, é uma peça de ideias. As ideias são em suma do atormentador Eduardo Galeano que, sensível e inquieto, muitas vezes colocou sua vida em risco para apoiar o lado dos mais fracos, usando as palavras como arma, tanto para denunciar torturas, mortes e desaparecimentos, quanto para ouvir na clandestinidade líderes dos movimentos de libertação”, diz o diretor Eid Ribeiro.




Carnaval no Inferno

Vem aí "Carnaval no Inferno", a revista produzida pelos Albertos que reunirá o elenco d'ATRUPE - ARTE DESACATO no dia 02/02, a partir da meia-noite (sábado para domingo), no Espaço Parlapatões (Praça Roosevelt, 158). Uma atriz de pornochanchada morre em pleno Carnaval e vai parar no Inferno, onde conhece uma hostess incumbida de guiá-la por seu novo lar e apresentá-la às suas habitantes: vedetes, cantoras da noite, artistas burlescas e mulheres transgressoras. Estão no elenco de "Carnaval no Inferno": Aurora D'Vine, Dani Mattos, Delirious Fenix, Diva Maria, Dorothy Boom, Iara Niixe, Indiany (a Índia Flecha Ligeira), Malonna, Marquesa Amapola, Maura Ferreira, Milena e Paula Flecha Dourada.